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Confiança do consumidor em relação às mídias

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O estudo de Confiança – Trust Barometer – é feito pela Edelman todos os anos e na edição de 2016 há novidades que interessam muito a todos do e-commerce. Com o público fortemente dividido entre os mais informados e a população em geral – com posições bastante díspares, todos confiam nos negócios – e todas as instituições alcançaram os maiores níveis de confiança desde 1929.

O levantamento, que considera a credibilidade no Governo, Empresas, ONGs e Mídia em 28 países, traz um índice global de Confiança de 50 pontos, contra 46 no ano anterior em uma escala de zero a 100 que pondera a porcentagem obtida por cada um destes quatro grupos institucionais.

Pelo segundo ano consecutivo, o consumidor aponta os mecanismos de busca como a maneira mais confiável para encontrar notícias e informações em geral, segundo o Trust Barometer 2016, a 16ª pesquisa anual realizada pela consultoria Edelman, que novamente entrevistou 33 mil pessoas de 28 países.

Na pesquisa atual, 63% indicaram a confiança maior na busca online contra 58% da mídia tradicional, uma diferença menor do que a observada no ano passado, quando pela primeira vez a mídia de mecanismos de busca foi líder neste quesito globalmente e também no recorte nacional. “Devido ao momento econômico, a tendência é que consumidores pesquisem mais antes de comprar e isso faz os buscadores mais importantes nas estratégias de marketing das companhias”, afirma Diego Ivo, CEO da Conversion, agência especializada em otimização para mecanismos de busca.

Mecanismos de busca são também campeões entre as mídias que mais são usadas semanalmente pelas pessoas, seguidas por TV e mídias sociais, que superam meios como jornais, revistas e blogs. As mídias sociais, além de ocuparem um bom tempo entre as pessoas, também são apontadas como meio de transmissão de informação relevante.

Entretanto, no quesito mídias sociais e em sites de compartilhamento de conteúdo, o estudo apontou que os entrevistados são muito mais confiantes nas informações geradas por amigos e familiares (78%), se comparadas às produzidas por CEOs (49%), que também passam menos confiança do que especialistas no tema (65%), companhias e serviços já utilizados (62%) e outros empregados da companhia (55%).

No Brasil, mais uma vez, as Empresas foram as melhores classificadas, com 68 pontos, segundo o público total pesquisado. O Governo ficou em último lugar, com 21 pontos – 5 a menos que na edição anterior.

São destaques no estudo brasileiro:

  • Os cidadãos brasileiros recompensam as empresas em que confiam, adotando atitudes positivas como compra (79%) e recomendação (78%).
  • As empresas com sede em mercados desenvolvidos ainda são mais confiáveis do que as sediadas em mercados em desenvolvimento. Canadá, Suécia e Suíça, todos com 66%, são mais confiáveis, seguidos pela Alemanha (64%). O Brasil aparece com 31 pontos, à frente somente da Índia (30%) e México (29%).
  • Apesar do aumento de um ponto para 42 por cento em nível global, o governo continua a ser a instituição menos confiável pelo quinto ano consecutivo.
  • Confiança nas ONGs subiu em 81 por cento dos países pesquisados, com aumento significativo na China (17 pontos) e México (11 pontos).
  • Entre o público informado, a mídia fez uma reviravolta impressionante com um aumento da confiança em 20 dos 28 países pesquisados. Os maiores aumentos foram nos EUA (16 pontos), Canadá (14 pontos), Reino Unido (14 pontos) e Hong Kong (12 pontos).
  • Globalmente, as empresas familiares (66 por cento) continuam a ser mais confiáveis, seguidas por (52 por cento) as empresas públicas (46 por cento) e de propriedade estatal.

Você pode conferir os resultados do Brasil na apresentação abaixo

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Foto: Negative Space, Unsplash, uso livre