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SEO para e-commerce

SEO para e-commerce: tudo para tornar sua loja virtual um sucesso

Todos já sabem que o comércio virtual abre as portas da empresa para o mundo.

Porém, ao mesmo tempo em que ele cria oportunidades inumeráveis, faz com ela se depare com a concorrência global. Destacar-se nesse universo de competitividade e colocar a companhia no topo exige estratégias eficazes. Para isso, as técnicas de SEO para e-commerce são essenciais.

E você, já conhece essas estratégias? Sabe a importância do SEO para colocar sua empresa entre os primeiros resultados dos mecanismos de buscas e captar clientes? Entende quais são as características que o seu site precisa ter para ficar bem posicionado?

A boa notícia é que, neste post, vamos contar esses segredos a você. Então, prepare-se para se tornar um mestre da estratégia SEO e garantir o bom desempenho do seu negócio virtual.

1. A importância e vantagens do SEO para e-commerce

SEO é uma sigla para Search Engine Optimization, que, em tradução livre, significa Otimização dos Mecanismos de Busca.

O SEO é um conjunto de técnicas e estratégias baseadas nas regras estabelecidas pelo Google para definir a ordem dos resultados quando o usuário faz uma busca na internet. Portanto, quem conhece esses critérios e os utiliza a seu favor pode colocar sua empresa entre os primeiros lugares do ranking.

Mas talvez você esteja se perguntando se isso é realmente importante ou se o bom ranqueamento no Google não seria uma mera questão de vaidade. Acreditamos que, quando falamos de desempenho no comércio, não há argumento melhor que as estatísticas. Então, vamos analisá-las:

Em primeiro lugar, vamos falar da boa notícia: atualmente, 93% dos processos de compra começam com uma busca online. Isso é especialmente importante porque democratiza a publicidade.

Antigamente, apenas as grandes corporações conseguiam espaço para anúncios na televisão, jornais ou revistas, o que exigia um investimento muito alto. Hoje, qualquer empresa pode divulgar seus produtos e serviços na internet, a um custo muito menor.

Isso significa que, se a sua empresa colocou um site ou loja na internet e se preparou para vender online, ela já está garantindo o seu espaço nesta disputa pelo cliente, certo? Infelizmente, isso não é verdade.

Agora vem o outro lado dessa estatística: 75% dos usuários que fazem uma busca jamais passam da primeira página de resultados. Em sã consciência, ninguém fica passeando pela 18ª página do Google para procurar um produto ou serviço.

Por isso, a realidade da internet é cruel, mas reversível: ou a sua empresa está entre os primeiros resultados do Google, ou suas chances de captar o cliente caem drasticamente. Esse é o motivo que leva as companhias a lutar para alcançar essas posições e para se manter lá.

Porém, a vantagem desse meio é que, diferente da publicidade tradicional, que exigia altos investimentos, colocar a sua empresa no topo do ranking não é simplesmente uma questão financeira — e sim de estratégia.

Preparado para conhecer essas técnicas? Então continue!

2. O que é e como criar um site amigável

Em outros tempos, provavelmente a parte estratégica seria iniciada falando do quanto é importante investir na arquitetura de site, cuidados com o HTML e evitar práticas de camuflagem, que destroem a reputação da sua página.

Esses elementos continuam importantes e serão abordados adiante. Porém, considerando que grande parte dos usuários da internet — seus consumidores em potencial — acessam a rede por meio de dispositivos móveis, construir um site amigável se torna uma prioridade.

Um site amigável é aquele que garante uma boa experiência de navegação ao usuário. Sua construção e design fazem com que o acesso seja prático e as informações, encontradas facilmente.

É muito fácil reconhecer um site amigável. Nós o percebemos sempre que acessamos a página de uma empresa que nunca tínhamos visitado antes e, instantaneamente, localizamos todas as informações de que precisamos.

A navegação é intuitiva, o design é leve e atrativo, todos os elementos estão dispostos nos lugares certos, fazendo com que seja simples conhecer e interagir com aquela companhia em seu canal virtual.

Porém, voltando ao fato de que a tendência é que as pessoas utilizem cada vez mais os seus dispositivos móveis para acessar a rede, é importante que essa mesma experiência agradável seja reproduzida em smartphones, tablets e outros aparelhos do gênero.

Portanto, as empresas precisam investir em um design responsivo, que se adapte a esses diferentes aparelhos, proporcione uma experiência igualmente simples e permita realizar as mesmas operações possíveis em um computador convencional ou notebook.

Mas como fazer isso? Aí vão algumas dicas:

  • construa uma estrutura lógica para os links, que permita acessar as páginas a partir de poucos cliques e encurte o caminho até a informação que o usuário deseja;
  • distribua o conteúdo de forma inteligente, por meio da arquitetura da informação;
  • invista em design responsivo e torne a navegação agradável em dispositivos móveis;
  • seja reconhecido por outros sites relacionados ao seu negócio (vamos falar mais sobre isso no link building);
  • aposte em um design simples, mas profissional;
  • utilize imagens, mas dimensione bem os elementos, para não ficar com um site carregado.

Qualquer usuário pode publicar na internet, porém vale lembrar que o destaque é obtido por quem atua de forma profissional.

3. SEO on page e off page

O sucesso na utilização de SEO depende de diversos fatores. Alguns deles se referem às características on page, que são os elementos que estão sob o controle direto de quem publica um conteúdo.

Por outro lado, existem os fatores off page, que podem ser influenciados por leitores, visitantes e outros blogs, sites e produtores de conteúdo.

Entender a importância desses elementos é fundamental para utilizá-los de forma favorável e conquistar um bom posicionamento nos mecanismos de busca.

3.1. Fatores on page

3.1.1. Conteúdo

Para chamar a atenção dos mecanismos de busca e ranquear bem especialmente no Google, um conteúdo precisa:

  • apresentar qualidade e profundidade;
  • inserir apropriadamente palavras-chave que vão ajudar o leitor a encontrar o que precisa;
  • utilizar palavras e frases que ajudem o usuário a encontrar a informação desejada;
  • incluir elementos verticais (imagens, notícias, vídeos, mapas etc.);
  • abordar os tópicos procurados pelo leitor de forma original.

3.1.2. Arquitetura

Diz respeito à organização do site com o objetivo de torná-lo claro, atrativo e compreensível. Nesse aspecto, o Google costuma avaliar:

  • a capacidade de rastreamento, ou seja, se as páginas podem ser localizadas facilmente pelos motores de busca;
  • como o site consegue gerenciar a duplicação de conteúdo;
  • capacidade de se adaptar às telas de diferentes dispositivos com a mesma qualidade (responsividade);
  • velocidade de carregamento da página e de seus elementos;
  • utilização de palavras-chave também na URL do site e suas páginas;
  • provisão de recursos de HTTPS para a segurança da navegação;
  • rejeição a práticas de camuflagem que visem enganar o Google, mostrando um conteúdo para o buscador e outro para os usuários.

3.1.3. HTML

Trata-se de uma linguagem codificada utilizada para a construção do site. Ela permite que as páginas sejam lidas e interpretadas por navegadores e transmitidas pela internet. Em relação a esse aspecto, o Google se baseia nos seguintes critérios:

  • utilização de palavras-chave relevantes para o tópico da página no título dos códigos, também chamados de tags;
  • presença de descrições sobre o que as páginas falam em suas tags;
  • utilização de dados estruturados para realçar listagens;
  • presença de palavras-chave relevantes nos títulos e intertítulos (ou cabeçalhos);
  • rejeição a stuffing e black hat, que envolvem a repetição camuflada da palavra-chave para atrair os mecanismos de busca indevidamente.

É possível perceber que alguns critérios são mais técnicos, enquanto outros dizem respeito à produção de conteúdo. Por isso, a construção e manutenção de um site precisa ser encarada como uma atividade profissional, delegada a pessoas preparadas para avaliar e melhorar cada um desses aspectos.

3.2. Fatores off page

3.2.1. Confiança

Refere-se à autoridade que o seu site conquista por meio do reconhecimento de outras pessoas ou páginas, que podem mencioná-lo como uma fonte confiável. Os indicadores de confiança para o Google são:

  • existência de links, compartilhamentos e outros fatores que tornam o site uma autoridade confiável em sua área;
  • engajamento, que mostra se os visitantes passam um bom tempo lendo o seu conteúdo ou se deixam o site rapidamente;
  • histórico do site, que revela se a página está ativa e operando da mesma forma por um longo tempo;
  • utilização de meios para verificar sua identidade e a de seus autores;
  • ausência de conteúdo pirateado;
  • não exibição de propagandas em excesso, especialmente na área que fica visível logo quando o usuário abre o site, antes de deslizar para a parte inferior da página, também conhecida como above-the-fold.

3.2.2. Links

Os links também fazem parte da construção de autoridade de um site. O Google entende que as menções e links direcionados a um determinado conteúdo são uma forma de atestar a confiabilidade das informações publicadas.

No entanto, não basta ser linkado. Quanto melhor é a reputação desses outros sites que fazem a menção e seu real relacionamento com o tema referente ao conteúdo, maior é a relevância dessa indicação. Portanto, o Google avalia:

  • qualidade dos links: se eles foram direcionados por sites respeitados, confiáveis e de qualidade;
  • texto utilizado para os links: se os direcionamentos utilizaram palavras pelas quais sua empresa espera ser encontrada;
  • quantidade de links.

Nesse aspecto, o Google considera negativas práticas como o pagamento para a menção, com o objetivo de obter melhor posição no ranqueamento, ou a prática de SPAM. Ela acontece quando alguém começa a utilizar principalmente a área de comentários de outros blogs e fóruns para criar links para essas páginas.

3.2.3. Identidade

Os fatores relacionados à identidade (também referidos como pessoais) analisam o país de origem e a localização da empresa, site ou conteúdo e sua relevância para o público. Eles também levam em consideração a regularidade das visitas e a seleção como favorito tanto para a página quanto para as redes sociais.

3.2.4. Sociais

Nesse aspecto, o Google analisa se o conteúdo é respeitado nas redes sociais em que ele é publicado, alcançando uma boa reputação. A quantidade de compartilhamentos e o engajamento que essas publicações obtêm (curtidas, comentários etc.) também são avaliados.

4. Link building em e-commerce

Como já comentamos no item anterior, os links direcionados ao seu site ou blog são uma forma de o Google entender que outras páginas, também reconhecidas por sua autoridade no setor, consideram sua empresa, produto ou conteúdo adequado e relevante para aquele público.

Portanto, a linkagem funciona como uma espécie de voto de confiança, que atribui credibilidade à sua página. Por isso, ela é uma das grandes estratégias de SEO, fundamental para o reconhecimento de uma marca.

Mas como fazer esse link building de maneira adequada? Em primeiro lugar, a troca de links precisa ser bastante natural, pois, caso o Google entenda que ela foi forçada, esse será um fator de prejuízo ao ranqueamento, e não de melhora no posicionamento.

Vamos, então, entender os tipos de links que podem contribuir para melhorar o ranqueamento de um site:

4.1. Links internos

São os links visíveis ao leitor, distribuídos criteriosamente ao longo do texto, que favorecem uma interação maior do público com o seu conteúdo e uma permanência prolongada em sua página.

Para tornar o conceito mais simples, vamos exemplificar. Imagine que sua empresa venda sapatos de alta qualidade e que agora tenha também um e-commerce. Como parte de sua estratégia, foi criado um blog.

Um dos posts vai tratar dos maus hábitos das pessoas que prejudicam a saúde dos pés e como corrigi-los. Ele vai falar sobre escolher uma numeração inadequada, não hidratar, manter os pés úmidos durante muito tempo, facilitando a proliferação de fungos etc.

Entre as medidas para corrigir o problema, seu texto vai sugerir que o leitor utilize sapatos de couro para dissipar a umidade dos pés, já que o material é mais respirável que o dos calçados sintéticos. Porém, é possível fazer um link para que, se o cliente clicar sobre a expressão “sapatos de couro”, ele seja levado a outra página do blog.

Nesse outro post para onde foi conduzido, ele encontrará um artigo explicando as vantagens de utilizar um sapato de couro, que abordará questões como durabilidade do material, conforto, adaptabilidade e o arejamento.

Porém, no tópico que fala do conforto, também é possível criar um link para outro post, que explica como o cliente pode escolher um sapato confortável. Este tratará da numeração adequada, revestimento interno, materiais de qualidade, design anatômico.

E dessa forma, cada post “fisga” o leitor para o texto seguinte. Além de conhecer melhor o seu produto, obter informação relevante, entender os benefícios e criar confiança na marca, ele passará mais tempo em seu blog.

Essa linkagem é fundamental para as técnicas de SEO por dois motivos principais:

  • se o seu post sobre as vantagens do sapato de couro é reconhecido como confiável pelo Google e, nele, há um link para a publicação que fala da escolha do sapato confortável, essa menção atribui um valor maior a essa segunda página (é a questão do voto de confiança);
  • o aumento do tempo que o leitor passa circulando entre um post e outro em seu blog diz ao Google que ele está engajado com seu conteúdo, o que aumenta a percepção de relevância e confiança, como mencionamos no item 3.2.1.

A importância dos links internos no e-commerce

No e-commerce, os links internos têm ainda um outro papel. Eles são a chave para o consumidor encontrar o produto que a empresa deseja vender.

Portanto, se o e-commerce pretende vender cosméticos, ele vai aproveitar os posts para linkar seus produtos. Ao falar da importância da hidratação dos cabelos, ele pode conduzir o consumidor à página de venda do hidratante capilar X por meio de um link, facilitando a compra.

O mesmo pode acontecer com qualquer outro tipo de produto ou serviço. Um pet shop pode linkar algum termo de um post sobre o risco de perder seu gato com a página de venda de uma coleira com rastreador, ou um artigo sobre a importância de manter seu bichinho hidratado no verão ao um bebedouro do tipo lambe-lambe.

As opções são infinitas, mas exigem cuidado. É preciso sempre revisitar esses posts e se certificar de que os links não estão apontando para produtos indisponíveis no estoque ou até mesmo fora de linha.

4.2. Links externos

Quando se fala em conferir autoridade, a linkagem externa é a campeã nessa modalidade. No entanto, é preciso que ela seja feita por profissionais de SEO, para que não seja entendida como uma prática maliciosa.

O ideal é receber menções e recomendações vindas de geradores de opinião relacionados ao seu segmento. Blogueiros influentes, stakeholders e outras pessoas que se destacam na área podem se interessar por publicar e, desta forma, referendar artigos pertinentes ao seu nicho.

Quanto mais links externos apontarem para o seu site e quanto melhor for a reputação das pessoas ou empresas que fizeram a recomendação em seu segmento de atuação, maior será a repercussão e a possibilidade de obter resultados com esse tipo de indicação.

Há três regras importantes quando falamos dessa inserção de links externos:

  1. os links devem ser relevantes ao conteúdo da página: se o seu site é de uma agência de turismo, não faz muita diferença ser mencionado por uma academia de ginástica;
  2. os links precisam ser adquiridos naturalmente: eles devem ser adicionados porque o dono do blog ou site realmente se interessou pelo conteúdo, e não por receber algum tipo de retribuição;
  3. os links precisam oferecer o que o usuário busca: ao clicar neles, o visitante precisa encontrar exatamente o que procurava (e que o texto dizia que estava lá). Essa relevância é fundamental para a experiência do leitor.

5. Boas práticas de SEO para e-commerce

5.1. Invista em conteúdo

Seus produtos podem ser de excelente qualidade, e o design da sua loja online, impecável. Porém, para atrair o consumidor na internet, a máxima “o conteúdo é rei” continua extremamente válida.

Por isso, invista na produção de conteúdo original e relevante. Ele é o principal chamariz para atrair clientes, e tudo isso por um motivo: ele atende às necessidades do seu público-alvo, cria um relacionamento e conduz o consumidor pelo funil de vendas.

É importante conhecer muito bem o seu público-alvo. Somente dessa forma sua empresa poderá produzir um conteúdo de acordo com suas necessidades, que apele aos seus desejos, vá ao encontro de suas expectativas e gere vendas em seu desfecho.

5.2. Facilite o rastreamento do seu conteúdo

Pode ser que o cliente esteja buscando justamente o que a sua empresa tem a oferecer, mas, para que ele encontre, é preciso utilizar as iscas corretas para a internet: as palavras-chave.

Por isso, sempre utilize adequadamente palavras-chave relevantes e que seu público-alvo tenda a buscar. O ideal é equilibrar: encontrar um termo que seja muito procurado, mas não muito disputado pelos seus concorrentes.

Se você quer atrair um público específico e tornar a venda mais garantida, utilize palavras-chave longas. Elas captam uma quantidade menor de visitantes, mas eles chegam ao seu site já sabendo o que querem.

Portanto, se utilizar palavras-chave como “cursos”, “pós-graduação” e “marketing”, é possível receber inúmeras visitas e vender pouco. Afinal, o site atrairá pessoas interessadas em cursos de idiomas, de artesanato, pós-graduação em pedagogia, estratégias de marketing…

Porém, se o site utilizar “cursos de pós-graduação em marketing”, ele atrairá um público menor, mas que realmente está interessado em fazer uma especialização na área. Então, se o seu objetivo é vender esse curso, essa é a melhor opção para atrair um público qualificado.

Lembre-se também de inserir devidamente as palavras-chave nos títulos e intertítulos, auxiliando o Google a entender que aquele texto realmente fala do assunto que o usuário deseja encontrar.

5.3. Atualize sua estratégia permanentemente

SEO não é um projeto pronto, e sim um processo contínuo. É preciso se certificar constantemente de que os links inseridos não foram quebrados e, se tiverem sido, substituí-los por outros.

Também é fundamental buscar novas informações que apontem mudanças nos critérios do Google e readequar a configuração do seu site. Não se trata apenas de chegar lá, mas de manter-se no topo.

Portanto, permaneça atento às oportunidades de otimizar o seu e-commerce, incorporar novas tendênciase se preparar para atuar com plataformas, meios e recursos inovadores que podem surgir.

O mais importante é manter um questionamento constante: como posso melhorar a experiência do usuário no meu site? Cerque-se de profissionais competentes que possam responder a essa pergunta, implantar soluções e garantir o sucesso do seu negócio online.

A internet é um mundo de oportunidades, mas também de concorrência. A boa notícia é que a estratégia adequada, uma atuação profissional e a utilização das técnicas de SEO para e-commerce podem fazer a sua empresa se destacar rapidamente, alcançar as primeiras posições e conquistar clientes.

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